sexta-feira, 25 de março de 2011


Em dias como hoje, me pergunto se sou realmente desse mundo, se sou real, ou se sou quem penso que sou em um mundo que talvez seja como eu o vejo, na maior parte do tempo não sei o que estou fazendo, ou o que quero fazer, ser, sentir, pensar ou onde queria estar e com quem, só sinto vontade de fazer e faço, ajo assim sempre, sou assim, perdido e estranho, confuso e decidido, decidido a ser eu mesmo, a não mudar nunca, nunca deixar que nada afete meu caráter nem minhas convicções, estou decidido a vencer sendo eu mesmo custe o que custar, nem que me custe um final feliz...
Será que há alguém tão louco e tão são no mundo, será que era pra ser assim nesse mundo onde nada faz sentido e o amor não é algo tão simples assim, não é fácil, logico ou controlável, só é inconstante e inseguro, “inocente e safadinho” ninguém sabe ao certo quando deixa de ser um e passa a ser outro, talvez nunca tenha que deixar de ser um pra vir a ser o outro, talvez só tenhamos que senti-los ao invés de tentar entende-lo.
Talvez eu mesmo precise seguir meus próprios concelhos, e tenha que parar de tentar entender e passar só a sentir, mas isso é só o que eu faço, só sinto, é preciso agir, mas como tenho que agir? O que eu tenho que fazer? Como eu tenho que fazer? Não é uma pergunta que alguém possa responder, tem que ser coisa de momento e de dentro, algo que seja espontâneo, algo bobo, besta, oi tolo, só precisa ser verdadeiro.
Francione Costa

Um comentário:

  1. Gostei, foi bem criativo, bom! acho que vou levar como exemplo certas coisas.

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